sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Jogadora de MS tem chances de ir às Olimpíadas


Patrícia Sochor, de 16 anos, atleta convocada para integrar a Seleção Brasileira de futebol feminino realizou na manhã de sexta (17) uma coletiva antes de embarcar para o Rio de Janeiro, onde integrará o grupo que ficará concentrado na granja Comary.

Ela recebeu o anúncio por telefone essa semana, através de um treinador de Santa Catarina que a indicou. “Nem acreditei. Na hora é difícil acreditar, mas agora viu trabalhar bastante para chegar a seleção principal o quanto antes”, almeja a atleta.

A sul-mato-grossense embarca na segunda (20). Segundo ela, com a convocação, muitas portas são abertas e a possibilidade de mudança de país não é tão ruim. “Se tiver que mudar a gente pensa no caso”, conclui.

Dona Elaine, mãe de Patrícia diz que fica “com o coração apertado, mas a gente torce por ela. Sempre incentivamos e agora vemos o resultado do esforço”, exalta.

A ex-atleta do Esporte Clube Comercial fará um período de testes com a camisa da seleção e caso seja selecionada, pode integrar o grupo que disputará as Olimpíadas de Londres, em 2012.




Elaine diz que sempre ensinou humildade e respeito à filha, fatores determinantes para conseguir o feito
Foto: Deurico/Capital News

Por Ângelo Smaniotto - (www.capitalnews.com.br)

São José vence e garante vaga nas semifinais do

As Meninas da Águia do Vale venceram neste sábado (18) o Rio Preto, fora de casa, por 4 a 1, em jogo válido pelo Campeonato Paulista. Cubana, Luana e Poliana (2) fizeram os gols do São José.

Com o resultado a equipe segue na liderança do grupo, com 12 pontos, e já assegurou com duas rodadas de antecedência uma vaga às semifinais.

Na outra partida do grupo, a equipe do Botucatu venceu o São Caetano por 3 a 1 e assumiu o 2º lugar com 6 pontos.

A nota triste da partida foi a contusão da meia Carlinha que fraturou a clavícula e só deve retornar à equipe na próxima fase.

Próximo Jogo

As meninas joseenses voltam a jogar no próximo sábado, às 15 horas, contra o Botucatu, em São Manuel-SP.


Vnews

‘Guerreiras’ vencem Cepe-Caxias e seguem com chances no Estadual

Após serem eliminadas da Copa do Brasil por escalarem uma jogadora irregular, o time feminino do Volta Redonda aposta agora no campeonato estadual, onde pretende conquistar o bicampeonato. Jogando na Baixada Fluminense contra o Cepe-Caxias, o time da Cidade do Aço venceu as adversárias por 2 a 1, gols de Tânia Maranhão e Patrícia, com Raquel descontando para o Cepe.

Pela categoria sub-17, as meninas do Voltaço foram derrotadas pelo Bangu por 3 a 2, mas continuam bem colocadas no certame. O próximo adversário das "Guerreiras de Aço"  é o Vasco, em jogo que será disputado no CT do bairro Aero Clube na próxima quarta-feira, às 15 horas.

Pelo campeonato estadual mirim masculino, o Volta Redonda venceu o Boa Vista por 3 a 0 e, pelo campeonato juvenil, o time da Cidade do Aço empatou com o Flamengo em 1 a 1.

Diario do vale

Beijo entre atletas na comemoração de gol exclui time em liga no Equador

Jogadoras do Guipúzcoa, time que defende causas contra a homofobia no país, entrou em conflito contra associação por conta de celebração polêmica.


Jogadoras do Guipúzcoa protestam contra a
discriminação (Foto: Reprodução)
Um beijo entre duas jogadoras da mesma equipe durante a comemoração de um gol, no ano passado, resultou na eliminação de uma equipe de futebol feminino no Equador. Dirigentes da Liga da Floresta, uma pequena organização de campeonatos no país, decidiram excluir o Guipúzcoa, time formado basicamente por atletas que lutam contra a homofobia, por conta do ato polêmico.

O time então resolveu apelar para a Quarta Vara Criminal de Garantias, que decidiu a favor da equipe. As jogadoras, no entanto, temem que podem ter a integridade física afetada caso voltem a disputar a liga. A presidente do clube, Karen Barba, destacou que o caso da Liga da Floresta é apenas a ponta do iceberg de algo que acontece com homossexuais em todo o espaço público do Equador.

- Nos confrontamos com vários tipos de problemas, desde alugar um apartamento até na área da saúde, porque os médicos não são capacitados para atender mulheres homossexuais.
Do outro lado, o advogado da competição, Félix Zambrano, alega que o problema não teria sido apenas um beijo, mas sim outras atitudes das atletas.

- Não é apenas um beijo ou um abraço de afeto, o inconveniente é quando as senhoritas acariciam as partes íntimas na frente de crianças, jovens e adultos - concluiu o advogado.
 

Por Agências de notícias /Quito/Globoesporte.com

Espanha com os pés no chão

O futebol feminino na Espanha ainda é uma modalidade jovem e pouco difundida. Vista desse ângulo, a classificação da Roja às semifinais da Copa do Mundo Sub-17 Feminina da FIFA 2010 em Trinidad e Tobago é um sucesso histórico. Na sua segunda participação em um torneio feminino da FIFA (depois do Mundial Sub-19 em 2004), o selecionado sub-17 comandado por Jorge Vilda não se contentou com a primeira fase e agora está muito perto de conquistar uma medalha.

"A receita do êxito deste grupo é que somos uma equipe dentro e fora do campo, e esta união faz com que tudo seja mais fácil no gramado", explica a capitã Amanda Sampedro. "A Espanha tem bom toque de bola, linhas bem posicionadas e a posse de bola como principal filosofia de jogo", complementa.

A jogadora do Atlético de Madri é uma atacante incansável de grande movimentação e instinto artilheiro, mas ainda não deixou a sua marca nesta competição. "O gol está demorando, mas não fico obcecada com isso porque não é bom para a equipe. O importante é ganhar, e não quem faz o gol. Mesmo assim, gostaria de deixar o meu antes do fim do campeonato."

Estrear com goleada sobre o Japão e depois eliminar o Brasil reforçou a confiança e o moral das jogadoras. Amanda sonha com a final, mas prefere mostrar prudência. "Agora estamos concentradas na semifinal, pois é melhor não ficar pensando no que pode acontecer depois. Como toda seleção que chega a uma Copa do Mundo, queremos chegar à final, mas como estreantes temos um planejamento de ir passo a passo, e estamos fazendo muito bem o nosso papel."

A dois passos da consagração

Para chegar à tão sonhada decisão, Amanda e as suas companheiras precisarão derrotar um adversário experiente nas semifinais. "A Coreia do Sul tem uma equipe bastante completa e equilibrada, com uma tática bem trabalhada", assegura. "As jogadoras gostam de tocar a bola e também deixam jogar, o que pode nos cair bem. Se mostrarmos o nosso futebol, teremos possibilidades de ganhar."
No período livre entre as quartas e as semifinais, a seleção vem combinando os treinos com atividades de relaxamento como compras e visitas à famosa praia de Maracas, no norte da ilha de Trinidad. "Está sendo uma experiência fantástica que também será importante para a nossa carreira futebolística", exclama Amanda. "Não é todo mundo que joga um Mundial. Agora é seguir trabalhando para chegar ao lugar mais alto e algum dia jogar uma Copa do Mundo com a seleção principal."

Janaína Colhado Gonçalves brilha dentro de campo e nas quadras de futsal

Jogadora tem chute forte e lances inteligentes, mas lamenta não ter virado profissional por causa da falta de futuro do futebol feminino

Janaína posa com sua companheira desde a infância, a bola de futebol, na varanda da casa da família: talento
A atleta Janaína Colhado Gonçalves, 24 anos, é do futebol feminino apenas porque nasceu mulher. Na verdade, o talento dela pode ser comparado ao de um craque de bola masculino. 
Desde criança, quando começou a jogar, Janaína ouve elogios a seu futebol.

Ela aprendeu com os homens da família: o pai, o irmão e o tio.

Os três estavam sempre nos campos, a menina ia junto e aos 10 anos percebeu que também gostava.

Então, começou a treinar, no antigo time do BTC (Bauru Tênis Clube), levada pelo pai, Geraldo.

Ele a mãe da jogadora, Cleide, sempre apoiaram a filha. Levavam e buscavam nos treinos e jogos.

“Não teve preconceito. Até digo que o ‘culpado’ foi ele”, brinca a moça.

Apegada à vida em família, Janaína teve oportunidades de jogar em times fora de Bauru, mas sempre voltou.

Aos 15 anos, foi para a equipe feminina do São Paulo, ficou duas semanas e pediu para o pai buscá-la. Dois anos depois, foi para a Portuguesa e aconteceu a mesma coisa: não gostou da vida longe dos pais e retornou.

“Ligava chorando e meu pai ia buscar”, lembra.

Um dos últimos convites, também recusado, balançou a jogadora. Era para jogar nos Estados Unidos, numa equipe vinculada a uma universidade, com direito a moradia, alimentação e bolsa de estudos.

Além do apego familiar, o medo do que poderia acontecer no futuro também segurou Janaína.
“Sempre achei que para mulher não há futuro no futebol”, afirma. “Se fosse igual ao que acontece com os homens, eu estaria ganhando dinheiro”.

A atleta nunca deixou de estudar, justamente por ter consciência de não poder contar com a carreira de boleira. É formada em educação física e trabalha com venda de motos.

É jovem, mas já tem uma vida estruturada em Bauru. Teve medo de largar tudo e arriscar  uma mudança, sem garantia de retorno.

Janaína, no entanto, nunca abandonou o futebol. Jogou em Bauru durante 14 anos e participou do auge do futebol feminino.

Hoje defende a equipe de futsal de Duartina, para onde foi o grupo de jogadoras mais velhas de Bauru.

Treina três vezes por semana e joga outras três vezes, sem contar os exercícios de condicionamento físico na academia de ginástica.

Até hoje Janaína é abordada por olheiros encantados com seu talento.

Nos últimos Jogos Regionais, por exemplo, foi convidada para atuar na equipe de Volta Redonda (RJ).

O chute forte e o jogo inteligente é que chamam a atenção. São características familiares, lapidadas pelos anos de treinamentos comandados pelo Cabo Alcides, conhecido pelo rigor com seus atletas. André Requena, o técnico da época em que ela jogava por Bauru, também é rígido.

E Janaína gosta disso.

“Tem que ser assim. Forçar o atleta para ele dar o máximo, porque não adianta ser apenas mais um, tem que ser o melhor”.

De vestido, Janaína chamou a atenção

O fato de ter grande talento e nunca ter sido chamada para a seleção feminina de futebol dá uma sensação de frustração a Janaína. Em algumas ocasiões ela sabia que era melhor do que as atletas que estavam em campo. Não era fácil ver isso.

Mas a atleta também guarda na memória emocional a sensação de vencer partida muito disputada.

Aconteceu quando ela tinha 18 anos e disputou a final do Campeonato Paulista contra Araraquara, então considerada a melhor equipe feminina do Brasil.

O time de Bauru venceu por 2 a 1, em jogo realizado no BTC de campo.

“É inesquecível”.

Janaína conserva também as lições que aprendeu com o esporte: nunca desmerecer o outro, ter companheirismo e unidade.

“Se o grupo não é fechado, uma ajudando a outra, não tem time que vá para a frente”, garante.

Torcedora

A atleta conta que seu estilo - e também o do grupo que atuou em Bauru e hoje está em Duartina - é diferente do futebol feminino tradicional, que ela acha cansativo.

Tanto é que Janaína não gosta de assistir as partidas disputadas por mulheres. Gosta mais de ver os homens em campo. E joga de igual para igual, sempre confiante.

Um dos companheiros de bola, o irmão William, 28,  jogador do Redentor, time do futebol amador da cidade, só merece elogios.

“É muito bom, acho que é bem melhor que eu”.

Para a irmã, William só não foi para o futebol profissional por causa do apego à família, mesma razão que a prendeu a Bauru. 

Janaína é torcedora do São Paulo, mas hoje o jogador que mais admira é Ganso, atleta de outro time, o Santos.

Preconceito

Apoiada pela família, a jogadora enfrentou poucas situações de preconceito. E, garante, elas são cada vez menos frequentes.

Sempre lembra o dia em que ganhou um prêmio e apareceu de vestido preto e longo, cheio de brilhos.

“Perguntaram: você joga futebol mesmo?” Sim, ela joga mesmo.

Cristina Camargo/Agência BOM DIA
 
 

Amy Rodriguez marca e Independence elimina Freedom

Próxima fase equipe da Philadelphia enfrenta o Boston Breakers

Foto: Howard_C._Smith
Jogando no estádio John A. Farrell, no último domingo (19), o Philadelphia Independence venceu o Washington Freedom por 1 a 0 e classificou-se para a próxima fase dos playoffs do Campeonato Norte-Americano de Futebol Feminino.
O único gol do duelo foi marcado pela atacante Amy Rodriguez, na prorrogação.
Com isso, o Independence enfrentará o Boston Breakers na próxima quinta-feira (23). O vencedor do duelo enfrentará o Gold Pride na final da WPS.





Ana Sheila/ Midiasemmedia

sábado, 18 de setembro de 2010

Maycon vai a Pernambuco assistir partida do Vitória pela Copa do Brasil

Enquanto as meninas faziam uma apresentação impecável no gramado, a meio atacante Maycon, (foto – segunda, da esquerda para a direita) da Seleção brasileira, acompanhava atenta da arquibancada, o Tricolor das Tabocas assegurar vaga entre as oito melhores equipes da Copa do Brasil, após vencer o Tiradentes (PI) na noite da última quinta-feira por 5x0, no Carneirão.

A campeã Pan-americana, em 2007, e recentemente bicampeã mundial, no 6º Campeonato Mundial Militar de Futebol Feminino, disputado em junho, na França, elogiou o time do Vitória e confirmou interesse em disputar a Copa do Brasil pelo Tricolor das Tabocas.

O “reforço de Luxo” deve pedir liberação no Rio de janeiro, onde tem vínculos federativos, no início da próxima semana para participar da competição.

Na rápida passagem por Pernambuco a militar Andréia dos Santos, a Maycon, também participou em Recife, de uma cerimônia do projeto “Força no Estudo”, que contempla jovens de baixa renda, do qual é madrinha. O projeto social é organizado pelos Ministérios da Defesa e dos Esportes.

A convite da amiga e jogadora do Vitória, Karla Santana, Maycon, veio a Vitória de Santo Antão prestigiar as meninas do Tricolor.

Depois de cumprir a agenda, a jogadora retornou ao Rio de Janeiro, no início da noite dessa sexta-feira.



Fonte: Luciano S.
lucianofalki@hotmail.com
http://www.ovitoria.com.br/

Brasil perde para Espanha e está fora do Mundial Sub-17 de futebol feminino

Meninas da Fúria encaram agora a Coreia do Sul nas semifinais


O Brasil está fora do Mundial Sub-17 de futebol feminino. Nesta sexta-feira, a meninas tupiniquins foram derrotadas por 2 a 1 pela Espanha em jogo das quartas de final do torneio que está sendo disputado em Trinidad e Tobago (assista aos gols no vídeo ao lado do SporTV).

Raquel Pinel abriu o placar para a Espanha aos 35 minutos do primeiro tempo. Nagore Calderón ampliou aos 20 da etapa final após falha da zaga brasileira. O Brasil descontou com um gol da espanhola Ivana Andrés, que cabeceou contra a própria meta ao tentar cortar uma cobrança de falta sobre a área.
Nas semifinais, a Espanha pegará a Coreia do Sul que, na véspera, bateu a Nigéria por 6 a 5.

Fonte: globoesportes.com

Meninas da Águia do Vale tem jogo decisivo no Campeonato Paulista

Jogo contra o Rio Preto será realizado neste sábado (18), às 10h, fora de casa

A equipe de futebol feminino de São José dos Campos faz uma partida decisiva contra o Rio Preto neste sábado (18), às 10h, em São José do Rio Preto. O jogo é válido pela segunda fase do Campeonato Paulista. Se vencer, o time joseense somará 12 pontos e ficará com vantagem nos confrontos diretos contra os adversários da chave.

“Prevemos um jogo difícil, pois o Rio Preto é uma equipe muito forte e sabemos que jogando em casa elas vão partir para cima. Para garantir a vitória, vamos marcar o meio-campo e explorar o contra-ataque”, comenta o técnico Márcio de Oliveira, que terá a equipe quase completa. “A Gislaine está suspensa após três cartões, mas temos uma ótima substituta – a Cubana – que tem sido uma importante jogadora na hora da decisão”, contou.

Apesar da vantagem contra os concorrentes da mesma chave (São José está com nove pontos e as outras três equipes com apenas três), a equipe vai buscar a vitória com humildade. “Vamos lá para jogar bem, mas respeitando o time adversário. Precisamos ter equilíbrio para ganhar os três pontos e manter a vantagem”, finalizou o treinador.


Fonte: Vanguarda News