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| Jogadoras do Guipúzcoa protestam contra a discriminação (Foto: Reprodução) |
O time então resolveu apelar para a Quarta Vara Criminal de Garantias, que decidiu a favor da equipe. As jogadoras, no entanto, temem que podem ter a integridade física afetada caso voltem a disputar a liga. A presidente do clube, Karen Barba, destacou que o caso da Liga da Floresta é apenas a ponta do iceberg de algo que acontece com homossexuais em todo o espaço público do Equador.
- Nos confrontamos com vários tipos de problemas, desde alugar um apartamento até na área da saúde, porque os médicos não são capacitados para atender mulheres homossexuais.
Do outro lado, o advogado da competição, Félix Zambrano, alega que o problema não teria sido apenas um beijo, mas sim outras atitudes das atletas.
- Não é apenas um beijo ou um abraço de afeto, o inconveniente é quando as senhoritas acariciam as partes íntimas na frente de crianças, jovens e adultos - concluiu o advogado.
Por Agências de notícias /Quito/Globoesporte.com

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