Mostrando postagens com marcador futebol internacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador futebol internacional. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Entreviste Mónica Jorge e saiba o que pensa a técnica nacional de futebol feminino

As entrevistas dos leitores estão de volta. Agora chegou a vez de Mónica Jorge, 32 anos, seleccionadora nacional de futebol feminino. Está à espera de quê para mandar as suas perguntas?

Só serão aceites perguntas enviadas por email, pelo que não vale a pena colocá-las na caixa de comentários.

Tem 32 anos, mas quase uma vida na federação. Aos 22, Mónica Jorge estava a acabar o curso superior, com especialização em treino desportivo de alto rendimento. Pediu um estágio na FPF e conseguiu.

Aprendeu com Nuno Cristóvão, antigo seleccionador nacional de futebol feminino, de quem foi adjunta. Continuou na FPF e no cargo quando José Augusto foi nomeado sucessor de Nuno Cristóvão e hoje, 10 anos depois, é ela a mulher que manda no futebol das mulheres.

À espera do sorteio para a qualificação da equipa AA para o Europeu de 2013, Mónica Jorge concentra-se no apuramento das sub-19 para o Europeu. A primeira fase está ultrapassada e resta, agora, ter alguma felicidade no sorteio para alimentar as esperanças de conseguir uma vaga pela primeira vez.

È, de momento, a única mulher em Portugal com o IV nível do curso de treinador e em breve, quando houver mais, poderá sempre orgulhar-se de ter sido a primeira a alcançar o nível Pro da UEFA.

Mónica Jorge prepara-se para responder às perguntas dos leitores de A BOLA, para falar do futebol feminino, dela própria e do fenómeno desportivo em geral.

Temas para a conversa com os leitores, não faltam. Seja original, solte os dedos e mande-nos uma pergunta por email para
leitor@abola.pt.

A data limite para a recepção de perguntas é quinta-feira, 30 de Setembro, pelas 12 horas. E já sabe: seja rápido, pois caso haja perguntas repetidas, valem as primeiras a chegar.

Independence derrota Breakers e vai à final da WPS

Na noite da última quinta-feira (23), no estádio Soldiers Field Soccer, Philadelphia Independence e Boston Brekaers disputaram a última vaga para a final da Liga Norte- Americana de Futebol Feminino.
Melhor para a equipe de Amy Rodriguez e Tina Dimartino, que venceram o time da brasileira Fabiana por 2 a 1. Os gols da partida foram marcados por Adams e Seger para o Independence e Cheney para o Breakers. 
Com a vitória, o Philadelphia enfrentará o Gold Pride, no próximo domingo (26).

Beijo entre atletas na comemoração de gol exclui time em liga no Equador

Jogadoras do Guipúzcoa, time que defende causas contra a homofobia no país, entrou em conflito contra associação por conta de celebração polêmica.


Jogadoras do Guipúzcoa protestam contra a
discriminação (Foto: Reprodução)
Um beijo entre duas jogadoras da mesma equipe durante a comemoração de um gol, no ano passado, resultou na eliminação de uma equipe de futebol feminino no Equador. Dirigentes da Liga da Floresta, uma pequena organização de campeonatos no país, decidiram excluir o Guipúzcoa, time formado basicamente por atletas que lutam contra a homofobia, por conta do ato polêmico.

O time então resolveu apelar para a Quarta Vara Criminal de Garantias, que decidiu a favor da equipe. As jogadoras, no entanto, temem que podem ter a integridade física afetada caso voltem a disputar a liga. A presidente do clube, Karen Barba, destacou que o caso da Liga da Floresta é apenas a ponta do iceberg de algo que acontece com homossexuais em todo o espaço público do Equador.

- Nos confrontamos com vários tipos de problemas, desde alugar um apartamento até na área da saúde, porque os médicos não são capacitados para atender mulheres homossexuais.
Do outro lado, o advogado da competição, Félix Zambrano, alega que o problema não teria sido apenas um beijo, mas sim outras atitudes das atletas.

- Não é apenas um beijo ou um abraço de afeto, o inconveniente é quando as senhoritas acariciam as partes íntimas na frente de crianças, jovens e adultos - concluiu o advogado.
 

Por Agências de notícias /Quito/Globoesporte.com

Espanha com os pés no chão

O futebol feminino na Espanha ainda é uma modalidade jovem e pouco difundida. Vista desse ângulo, a classificação da Roja às semifinais da Copa do Mundo Sub-17 Feminina da FIFA 2010 em Trinidad e Tobago é um sucesso histórico. Na sua segunda participação em um torneio feminino da FIFA (depois do Mundial Sub-19 em 2004), o selecionado sub-17 comandado por Jorge Vilda não se contentou com a primeira fase e agora está muito perto de conquistar uma medalha.

"A receita do êxito deste grupo é que somos uma equipe dentro e fora do campo, e esta união faz com que tudo seja mais fácil no gramado", explica a capitã Amanda Sampedro. "A Espanha tem bom toque de bola, linhas bem posicionadas e a posse de bola como principal filosofia de jogo", complementa.

A jogadora do Atlético de Madri é uma atacante incansável de grande movimentação e instinto artilheiro, mas ainda não deixou a sua marca nesta competição. "O gol está demorando, mas não fico obcecada com isso porque não é bom para a equipe. O importante é ganhar, e não quem faz o gol. Mesmo assim, gostaria de deixar o meu antes do fim do campeonato."

Estrear com goleada sobre o Japão e depois eliminar o Brasil reforçou a confiança e o moral das jogadoras. Amanda sonha com a final, mas prefere mostrar prudência. "Agora estamos concentradas na semifinal, pois é melhor não ficar pensando no que pode acontecer depois. Como toda seleção que chega a uma Copa do Mundo, queremos chegar à final, mas como estreantes temos um planejamento de ir passo a passo, e estamos fazendo muito bem o nosso papel."

A dois passos da consagração

Para chegar à tão sonhada decisão, Amanda e as suas companheiras precisarão derrotar um adversário experiente nas semifinais. "A Coreia do Sul tem uma equipe bastante completa e equilibrada, com uma tática bem trabalhada", assegura. "As jogadoras gostam de tocar a bola e também deixam jogar, o que pode nos cair bem. Se mostrarmos o nosso futebol, teremos possibilidades de ganhar."
No período livre entre as quartas e as semifinais, a seleção vem combinando os treinos com atividades de relaxamento como compras e visitas à famosa praia de Maracas, no norte da ilha de Trinidad. "Está sendo uma experiência fantástica que também será importante para a nossa carreira futebolística", exclama Amanda. "Não é todo mundo que joga um Mundial. Agora é seguir trabalhando para chegar ao lugar mais alto e algum dia jogar uma Copa do Mundo com a seleção principal."

Amy Rodriguez marca e Independence elimina Freedom

Próxima fase equipe da Philadelphia enfrenta o Boston Breakers

Foto: Howard_C._Smith
Jogando no estádio John A. Farrell, no último domingo (19), o Philadelphia Independence venceu o Washington Freedom por 1 a 0 e classificou-se para a próxima fase dos playoffs do Campeonato Norte-Americano de Futebol Feminino.
O único gol do duelo foi marcado pela atacante Amy Rodriguez, na prorrogação.
Com isso, o Independence enfrentará o Boston Breakers na próxima quinta-feira (23). O vencedor do duelo enfrentará o Gold Pride na final da WPS.





Ana Sheila/ Midiasemmedia

sábado, 18 de setembro de 2010

Nigéria e Coreia do Sul disputam meias-finais em Trinidad

Tobago Lagos, Nigéria (PANA) - A Nigéria vai defrontar a Coreia do Sul quinta-feira à noite para as meias finais do Mundial de futebol feminino dos Sub-17 que decorre em Trinidad Tobago.

A outra partida do dia vai opor a Alemanha à Coreia do Norte em Manny Ramjohn Stadium de Marabella, segundo o calendário da Federação Internacional de Futebol (FIFA).

Contra a Coreia do Sul no mesmo terreno, os Flamingos da Nigéria deverão reeditar a proeza que lhes permitiu vencer todos os seus três jogos de grupo.

A Nigéria venceu primeiro a Coreio do Norte antes de eliminar o país organizador da competição e o Chile por 5-0.

Neste mundial, a competição, a Nigéria é a única representante de África, depois da eliminação, na primeira fase, do Gana e da África do Sul.